{"id":525,"date":"2021-05-19T20:19:43","date_gmt":"2021-05-19T23:19:43","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/?page_id=525"},"modified":"2024-08-18T14:04:28","modified_gmt":"2024-08-18T17:04:28","slug":"dissertacao-2-2-a-educacao-a-distancia-do-laboratorio-multimeios","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-2-2-a-educacao-a-distancia-do-laboratorio-multimeios\/","title":{"rendered":"2.2 A Educa\u00e7\u00e3o a Dist\u00e2ncia do Laborat\u00f3rio MultiMeios"},"content":{"rendered":"\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">O <a href=\"https:\/\/www.multimeios.ufc.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Laborat\u00f3rio MultiMeios<\/a> sempre buscou estar em conex\u00e3o com os debates acerca das compreens\u00f5es sobre a Educa\u00e7\u00e3o potencializada pelas escolhas e condu\u00e7\u00f5es das interfaces, metodologias e pr\u00e1ticas em EaD. \u00c9 deste contexto que surge a proposta de EaD desse laborat\u00f3rio, ao mesmo tempo em que suas interfaces, metodologias e pr\u00e1ticas imbricadas dialogam com as pol\u00edticas p\u00fablicas e a legisla\u00e7\u00e3o brasileira para a modalidade de ensino EaD, perpassando pelo conhecimento acerca dos seus fundamentos hist\u00f3ricos e sociais (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">SOARES, 2017<\/a>).<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Na EaD desenvolvida no <a href=\"https:\/\/www.multimeios.ufc.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Laborat\u00f3rio MultiMeios<\/a>, destacam <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#torres-borges-neto-2018\">Torres e Borges Neto (2018)<\/a>, os cursos s\u00e3o estruturados numa proposta que busca um <em>design<\/em> did\u00e1tico intencional, sistematizado e flex\u00edvel. Al\u00e9m disso, toma a media\u00e7\u00e3o docente como o grande desafio nos ambientes virtuais, pois acredita-se que as intera\u00e7\u00f5es nesses processos s\u00f3 ocorrem se os professores souberem conduzir as interfaces digitais, na medida em que souberem potencializar o uso pedag\u00f3gico em cada ferramenta. Dessa forma, a partir dos processos de media\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o pode-se construir uma aprendizagem dialogada, de modo coletivo e colaborativo, no qual os professores, junto aos discentes, exploram os novos recursos, (re)criando, elaborando, desenvolvendo as melhores estrat\u00e9gias e contribuindo com a aprendizagem. Contudo, isso nos implica a pensar em um ensino centrado no estudante, no refor\u00e7o das intera\u00e7\u00f5es e na flexibilidade pedag\u00f3gica.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Elementos did\u00e1ticos, tais como, o desenho did\u00e1tico, a proposta de ensino, a organiza\u00e7\u00e3o das sequ\u00eancias did\u00e1ticas e a media\u00e7\u00e3o influenciam diretamente nos processos de aprendizagem. Por isso, para potencializar a comunica\u00e7\u00e3o s\u00edncrona e ass\u00edncrona, os di\u00e1logos com a Sequ\u00eancia Fedathi nos aspectos de autonomia, protagonismo estudantil, conhecimento, problematiza\u00e7\u00e3o da tecnologia, intera\u00e7\u00e3o, colabora\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o s\u00e3o alguns pressupostos que direcionam as pr\u00e1ticas do MultiMeios (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">SOARES, 2017<\/a>).\u00a0<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Por serem mais elaborados conceitualmente, \u00e9 importante apresentar e discutir os termos intera\u00e7\u00e3o\/interatividade, colabora\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o. Para <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#pereira-2014\">Pereira (2004<\/a>, p. 58-59),<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Colaborar significa uma a\u00e7\u00e3o entre sujeitos que buscam um mesmo objetivo em uma atividade, ou seja, \u00e9 um trabalho conjunto, em que as atividades realizadas contribuem entre si. Cooperar vem da a\u00e7\u00e3o de um sujeito que co-opera a favor da atividade de um outro(s) sujeito(s), auxiliando de alguma forma para obter uma informa\u00e7\u00e3o ou realizar uma tarefa.<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Em espa\u00e7os colaborativos, os participantes interagem de modo intensivo, trocando informa\u00e7\u00f5es e se comunicando rapidamente. O aluno deixa de ser um receptor passivo e se torna capaz de expressar livremente suas ideias e questionamentos. O professor, por sua vez, converte-se em um mediador de saberes coletivos e, assim, os conte\u00fados s\u00e3o constitu\u00eddos de maneira colaborativa por professores e alunos (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#santos-2010\">SANTOS, 2010<\/a>).<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">J\u00e1 a aprendizagem cooperativa, \u201cde acordo com Panitz (1999, p.1), [&#8230;] pode ser definida como \u2018uma estrutura de intera\u00e7\u00e3o designada para facilitar a consecu\u00e7\u00e3o de um produto final ou objetivo espec\u00edfico por meio do trabalho conjunto em grupo\u2019 (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#lima-2008\">LIMA, 2008<\/a>, p. 35). A aprendizagem cooperativa \u00e9 um sistema mais diretivo e tem maior controle do professor. Em contraste, o processo de aprendizagem colaborativo \u00e9 centrado no aluno, que exerce suas atividades com autonomia.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Essa autonomia est\u00e1 na aprendizagem que se desenvolve na medida em que professor(es) e alunos se manifestam, realizando suas atividades de maneira interdependente, buscando superar obst\u00e1culos e utilizando as potencialidades do ambiente virtual, aprendendo n\u00e3o sozinho, mas em colabora\u00e7\u00e3o com os demais e de maneira aut\u00f4noma. Portanto, nos ambientes virtuais, as ferramentas s\u00edncronas e ass\u00edncronas viabilizam a express\u00e3o de opini\u00f5es, o esclarecimento de ideias e conceitos, a negocia\u00e7\u00e3o, permitindo ainda tirar conclus\u00f5es e resolver problemas (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#santos-2010\">SANTOS, 2010<\/a>).<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A escolha entre uma proposta cooperativa ou <em>colaborativa<\/em> se faz com amparo na maturidade dos alunos, sua autonomia e sua capacidade de controlar as aprendizagens. A proposta cooperativa reserva ao professor ou formador um maior controle da aprendizagem e conv\u00e9m ao perfil dos mais jovens, aos menos aut\u00f4nomos, que ainda n\u00e3o adquiriram suficiente maturidade cognitiva e ainda possuem um repert\u00f3rio restrito de estrat\u00e9gias de aprendizagem. Esse controle deve ocorrer no sentido de proporcionar ao aluno o desenvolvimento gradual das habilidades de colabora\u00e7\u00e3o e maior autonomia (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#lima-2008\">LIMA, 2008<\/a>, p. 36).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">De acordo com a autora, no que diz respeito aos objetivos compartilhados, a coopera\u00e7\u00e3o est\u00e1 no sentido de divis\u00e3o. Isto \u00e9, cada participante \u00e9 respons\u00e1vel por uma a\u00e7\u00e3o ou subtarefa e a soma delas conduz o grupo ao objetivo, cada membro d\u00e1 sua contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 consecu\u00e7\u00e3o do objetivo coletivo. J\u00e1 na colabora\u00e7\u00e3o h\u00e1 um sentido maior de participa\u00e7\u00e3o, assim, cada membro buscar\u00e1 atingir por si pr\u00f3prio as metas do grupo, o que resultar\u00e1 tanto em produ\u00e7\u00f5es coletivas como individuais.<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">As tarefas a serem cumpridas no processo colaborativo s\u00e3o compostas por um conjunto de atividades ou subtarefas em um cen\u00e1rio de aprendizagem que leva \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do conte\u00fado, elabora\u00e7\u00e3o das representa\u00e7\u00f5es, comunica\u00e7\u00e3o de ideias e constru\u00e7\u00e3o de conhecimentos. Contrariamente \u00e0s tarefas cooperativas, elas n\u00e3o s\u00e3o fragmentadas para serem distribu\u00eddas entre os participantes. Os alunos realizam, para eles e por eles pr\u00f3prios, o conjunto das tarefas, apoiando-se no grupo e nos recursos (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#lima-2008\">LIMA, 2008<\/a>, p. 37).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Na coopera\u00e7\u00e3o h\u00e1 uma interdepend\u00eancia intensa dos alunos, pois a contribui\u00e7\u00e3o de um n\u00e3o faria sentido sem as outras, que completam o trabalho. Na colabora\u00e7\u00e3o, o que importa aos participantes de um grupo \u00e9 compartilhar e juntar as ideias, encontrando junto ao grupo inspira\u00e7\u00e3o, suporte e apoio. Sendo um processo mais democr\u00e1tico do que a coopera\u00e7\u00e3o, pois fornece maior abertura e responsabilidade partilhada, caracteriza-se por rela\u00e7\u00f5es mais igualit\u00e1rias entre os agentes do processo de aprendizagem (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#santos-2010\">SANTOS, 2010<\/a>).<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">As ferramentas <em>Wiki<\/em> e F\u00f3rum, por exemplo, tem sua natureza radicalmente colaborativa, pois promovem intera\u00e7\u00f5es tanto aut\u00f4nomas, como solid\u00e1rias e democr\u00e1ticas e, consequentemente, desenvolve saberes colaborativos. Ademais, a aprendizagem colaborativa reduz a solid\u00e3o vivenciada por alunos e professores que se encontram fisicamente distantes, favorecendo um ensino a dist\u00e2ncia mais efetivo e democr\u00e1tico (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#lima-2008\">LIMA, 2008<\/a>).<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Segundo <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#leal-2012\">Leal (2012)<\/a>, para que um ambiente virtual seja interativo, \u00e9 preciso que haja di\u00e1logo s\u00edncrono e ass\u00edncrono entre os participantes e com os variados recursos dispon\u00edveis: v\u00eddeos, textos, imagens, sons etc. No caso da EaD, a intera\u00e7\u00e3o dos sujeitos \u00e9 algo fundamental para o desenvolvimento das atividades e para a aprendizagem, pois \u00e9 por meio da intera\u00e7\u00e3o que os conte\u00fados s\u00e3o explorados, maturados e reformulados. Assim, o aluno alcan\u00e7a mais informa\u00e7\u00f5es e consegue transform\u00e1-las em conhecimento.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">A interatividade trata de reorientar a concep\u00e7\u00e3o de emissor, que imp\u00f5e mensagens fechadas e lineares a um receptor passivo, mas que disponibiliza possibilidades de participa\u00e7\u00e3o e de interven\u00e7\u00e3o sobre a mensagem passada ao receptor. Dessa maneira, o emissor deve explorar as potencialidades interativas, oferecendo informa\u00e7\u00f5es que permitam ao receptor ampla liberdade de associa\u00e7\u00f5es, combina\u00e7\u00f5es e significa\u00e7\u00f5es. A interatividade digital permite a intera\u00e7\u00e3o com a m\u00e1quina, com o conte\u00fado e com outras pessoas, assim, viabiliza possibilidades de di\u00e1logo e intera\u00e7\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#lima-2008\">LIMA, 2008<\/a>).<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Conforme <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">Soares (2017, p. 71)<\/a>, as pr\u00e1ticas em EaD devem ser pensadas e potencializadas a partir de interven\u00e7\u00f5es e media\u00e7\u00f5es com viabilidade e sustentabilidade. Desse modo, problematizando as\u00a0 a\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas baseadas mais na reprodu\u00e7\u00e3o de conte\u00fados do que numa educa\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma e cr\u00edtica, a autora caracterizou o conceito de AVE. Para isso e com vistas a melhor entendimento, tamb\u00e9m caracterizou o conceito de Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA):<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Todo ambiente virtual presente na web, cuja finalidade seja promover o contato entre aprendiz e os materiais que podem subsidiar seu processo de aprendizagem, a saber: <em>sites<\/em> variados, interfaces presentes nos ambientes virtuais, m\u00eddias digitais, dentre outros que estejam em di\u00e1logo com a finalidade de promover interlocu\u00e7\u00f5es entre o aprendiz e a aprendizagem.<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">A concep\u00e7\u00e3o do AVA, segundo a autora, est\u00e1 relacionada as potencialidades de qualquer ambiente na <em>web, softwares<\/em> livres ou propriet\u00e1rios, com comunica\u00e7\u00e3o s\u00edncrona e ass\u00edncrona e que promova intera\u00e7\u00e3o entre o aprendiz e a aprendizagem mediada pelo pr\u00f3prio AVA, sem rela\u00e7\u00e3o direta com uma proposta de ensino ou com a presen\u00e7a do professor. Sua interface promove e instiga uma aprendizagem aberta e autodidata, j\u00e1 que \u00e9 o compartilhamento de conhecimentos por meio de um ambiente virtual que caracteriza o AVA. Ou seja, o que se observa nesse ambiente \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o usu\u00e1rio-m\u00e1quina e n\u00e3o necessariamente uma abordagem pedag\u00f3gica evidente, com uma inten\u00e7\u00e3o sistematizada e interven\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas pensadas.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">No entanto, a media\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica \u00e9 indispens\u00e1vel frente as possibilidades das tecnologias digitais na implementa\u00e7\u00e3o de uma din\u00e2mica que se oponha aos sistemas instrucionais, baseado na primazia do ensino como mero repasse de informa\u00e7\u00e3o (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#lima-2008\">LIMA, 2008<\/a>). Todas as ferramentas e atividades \u201cprecisam estar aliadas a uma metodologia que favore\u00e7a uma aprendizagem baseada na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento pelo aluno, mediado pelo professor e que favore\u00e7a o desenvolvimento da autonomia\u201d (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#costa-2013\">COSTA, 2013<\/a>, p. 37). Assim, considerando a doc\u00eancia imprescind\u00edvel para potencializar e ampliar a aprendizagem do aluno em ambientes virtuais, <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">Soares (2017<\/a>, p. 78) caracteriza o AVE:<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Todo ambiente virtual que possui abordagem pedag\u00f3gica, proposta did\u00e1tica (planejamento, sequ\u00eancia de atividades lineares ou hipertextuais, avalia\u00e7\u00e3o), inten\u00e7\u00e3o formativa e media\u00e7\u00e3o interativa (tecnologia-professor-aluno), com vistas a uma aprendizagem contextualizada e significativa.<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Para uma melhor compreens\u00e3o, apresentamos o Quadro 3 a seguir, abordando mais detalhadamente esses elementos que constituem o AVE.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Quadro 3 \u2013 Elementos que constituem o AVE<\/h3>\n<table style=\"width: 100%; height: 593px;\">\n<tbody>\n<tr style=\"height: 37px;\">\n<td style=\"height: 37px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Elementos<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"height: 37px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Caracteriza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 133px;\">\n<td style=\"height: 133px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Abordagem pedag\u00f3gica<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"height: 133px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cDiz respeito \u00e0 abordagem do processo, bem como \u00e0 compreens\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, ensino e aprendizagem. \u00c9 ela quem vai conduzir todos os processos did\u00e1ticos no ambiente virtual, por isso precisa constantemente ser revistada em seus objetivos de forma\u00e7\u00e3o, nas dimens\u00f5es humana, pol\u00edtica e social.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 205px;\">\n<td style=\"height: 205px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Proposta did\u00e1tica<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"height: 205px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cCorresponde \u00e0 sistematiza\u00e7\u00e3o do ensino no AVE, bem como \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o dos objetivos de ensino e estrat\u00e9gias para a configura\u00e7\u00e3o do ensino e da aprendizagem no AVE, a partir das inten\u00e7\u00f5es educativas sinalizadas na proposi\u00e7\u00e3o de conte\u00fados, das escolhas de interfaces, da configura\u00e7\u00e3o de atividades e experi\u00eancias no ambiente virtual, al\u00e9m das pondera\u00e7\u00f5es sobre a avalia\u00e7\u00e3o, fatores que comp\u00f5em o desenho did\u00e1tico do ambiente virtual.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 61px;\">\n<td style=\"height: 61px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Inten\u00e7\u00e3o formativa<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"height: 61px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cDiz respeito \u00e0 compreens\u00e3o e valora\u00e7\u00e3o que se atribui ao ensino (ZABALA, 1998) enquanto processo imbricado de significados.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 157px;\">\n<td style=\"height: 157px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Media\u00e7\u00e3o interativa<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"height: 157px; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cAssume um car\u00e1ter essencial em uma pr\u00e1tica educativa que valorize os saberes dos indiv\u00edduos aos quais se destina, como um processo compartilhado de autoriza\u00e7\u00e3o e de constru\u00e7\u00e3o de autorias, no qual todos os sujeitos interagem e constituem-se como aprendentes, sem limitar-se, contudo, \u00e0 media\u00e7\u00e3o da tecnologia, \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre alunos, ou entre professores e alunos.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4>Fonte: elaborado a partir de <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">Soares (2017<\/a>, p. 79-80).<\/h4>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">A partir dessa discuss\u00e3o, a autora destaca que os conceitos AVA e AVE n\u00e3o est\u00e3o em lados opostos, por\u00e9m, \u00e9 importante discuti-los para evitar poss\u00edveis confus\u00f5es conceituais a respeito da caracteriza\u00e7\u00e3o e da abordagem metodol\u00f3gica utilizada nos ambientes virtuais, uma vez que eles atendem a objetivos diferentes para a pr\u00e1tica educativa, ao passo que se tenha clareza de suas caracter\u00edsticas, potencialidades e contribui\u00e7\u00f5es. Ainda, a respeito da organiza\u00e7\u00e3o do ambiente virtual, a autora enfatiza que ele deve estar dividido em unidades tem\u00e1ticas para uma melhor conex\u00e3o do aluno com o AVE, com utiliza\u00e7\u00e3o de materiais digitais, como imagens, <em>GIF,<\/em> v\u00eddeos, <em>links,<\/em> \u00e1udios etc., que devem ter liga\u00e7\u00e3o entre si, que ampliem a discuss\u00e3o e despertem a aten\u00e7\u00e3o do aluno.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, para que os alunos se sintam inseridos no ambiente, \u00e9 importante criar o esp\u00edrito de grupo, de comunidade, pois \u00e9 preciso que os alunos vivenciem o AVE. Ainda, \u00e9 essencial que se tenha, em um primeiro momento, um f\u00f3rum de apresenta\u00e7\u00e3o, pois ele caracteriza o momento de chegada e de compartilhamento sobre as expectativas de aprendizagem. Assim, podemos aproximar os alunos, bem como conhec\u00ea-los, junto as suas hist\u00f3rias, prefer\u00eancias, viv\u00eancias e experi\u00eancias formativas.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Tamb\u00e9m \u00e9 importante disponibilizar uma pasta Material de Apoio, que contenha informa\u00e7\u00f5es \u00fateis, por meio de leituras sugeridas n\u00e3o obrigat\u00f3rias, relacionadas \u00e0 tem\u00e1tica do curso e\/ou de apoio \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o das atividades propostas. O incentivo ao uso dos canais de comunica\u00e7\u00e3o interno ao ambiente \u00e9, do mesmo modo, essencial. Outro aspecto importante \u00e9 solicitar o preenchimento completo das informa\u00e7\u00f5es no perfil do ambiente, para que os alunos possam se aproximar conforme seus interesses.<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A id\u00e9ia principal do perfil \u00e9 fazer com que os alunos e os formadores possam se conhecer mesmo que a dist\u00e2ncia, \u00e9 poss\u00edvel inserir texto e imagem. Favorece ainda a escolha de parceiros para o desenvolvimento de atividades do curso (forma\u00e7\u00e3o de grupos de pessoas com interesse em comum) (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#leal-2012\">LEAL, 2012<\/a>, p. 72).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Vale ressaltar que a interface \u00e9 apenas um meio, a a\u00e7\u00e3o do professor \u00e9 o que tornar\u00e1 o aluno aut\u00f4nomo e protagonista do processo de aprendizagem. Al\u00e9m disso, o <em>feedback,<\/em> o retorno r\u00e1pido do professor para seus alunos e vice-versa, torna a aprendizagem mais din\u00e2mica e eficiente. Portanto, para se atingir um objetivo por meio de um ensino intencional \u00e9 imprescind\u00edvel a presen\u00e7a do professor. E a Sequ\u00eancia Fedathi favorece este aspecto, pois ela trata da postura docente durante o processo de media\u00e7\u00e3o e da interlocu\u00e7\u00e3o de aprendizagens na organiza\u00e7\u00e3o do ensino, corroborando, assim, com a arquitetura do AVE e com as estrat\u00e9gias pedag\u00f3gicas pensadas (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#leal-2012\">LEAL, 2012<\/a>).<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Nesse sentido, <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#borges-neto-capelo-borges-2007\">Borges Neto e Capelo Borges (2007)<\/a> destacam que ao se interagir com as m\u00e1quinas deve-se tomar algumas atitudes, necess\u00e1rias ao desenvolvimento da autonomia, da capacidade de criar e trabalhar com hip\u00f3teses. Assim, o professor precisa atentar para alguns cuidados para que, como mediador, se possa desenvolver o racioc\u00ednio l\u00f3gico dos discentes, bem como a capacidade de eles pensarem e constru\u00edrem seus pr\u00f3prios conhecimentos. A inclus\u00e3o de novas tecnologias em ambientes de ensino e aprendizagem exige conhecimento para a sua adequada e produtiva utiliza\u00e7\u00e3o.<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Essa concep\u00e7\u00e3o muda o papel do professor, que indiscutivelmente \u00e9 fundamental, mas n\u00e3o \u00e9 apenas o de transmitir conhecimento, mas de criar as condi\u00e7\u00f5es para que o aluno seja desafiado e aprenda a pensar e agir. O professor tamb\u00e9m dever\u00e1 ser capaz de fazer uma avalia\u00e7\u00e3o metacognitiva das produ\u00e7\u00f5es dos alunos, verificando que estrat\u00e9gias de aprendizagem utilizaram. Dever\u00e1 ainda fazer com que os alunos tomem consci\u00eancia sobre seus processos de resolu\u00e7\u00e3o de problemas e a que modalidades de pensamento recorreram durante a elabora\u00e7\u00e3o daquele conhecimento, para que possam transferir as mesmas estrat\u00e9gias de um dado conte\u00fado para outros (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#borges-neto-capelo-borges-2007\">BORGES NETO; CAPELO BORGES, 2007<\/a>, p. 82).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Ademais, os autores enfatizam que para se trabalhar com situa\u00e7\u00f5es mais gerais e mais complexas \u00e9 oportuno decompor o racioc\u00ednio em etapas. O desenvolvimento de habilidades cognitivas necessita de aten\u00e7\u00e3o especial do professor, pois ele precisa identific\u00e1-las e utiliz\u00e1-las adequadamente. Apresentamos no Quadro 4 a seguir, a classifica\u00e7\u00e3o trazida por esses autores.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Quadro 4 \u2013 Classifica\u00e7\u00e3o do desenvolvimento de habilidades cognitivas<\/h3>\n<table style=\"border-collapse: collapse; width: 100%;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 28.5074%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><em>Ao acaso<\/em><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 71.4926%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cUma resposta dada ao acaso implica uma escolha intuitiva, pois a pessoa que responde n\u00e3o possui nenhum procedimento l\u00f3gico a priori, nenhuma pista ou ind\u00edcio. \u00c9 apenas um \u2018chute\u2019.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 28.5074%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><em>Tentativa e Erro<\/em><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 71.4926%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cAp\u00f3s testar alguns procedimentos aleat\u00f3rios, a pessoa isola os que n\u00e3o levaram \u00e0s respostas certas e tenta outros at\u00e9 acertar. N\u00e3o levanta, necessariamente, hip\u00f3teses.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 28.5074%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><em>Ensaio e Erro<\/em><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 71.4926%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cA pessoa tem uma hip\u00f3tese, que testa para tentar a solu\u00e7\u00e3o correta. N\u00e3o \u00e9 um procedimento aleat\u00f3rio, \u00e9 algo pensado e submetido a teste, intencionalmente.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 28.5074%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><em>Dedu\u00e7\u00e3o<\/em><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 71.4926%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cProcedimento tentado s\u00f3 ap\u00f3s uma infer\u00eancia ou an\u00e1lise a priori de tentativas j\u00e1 adotadas em algumas outras situa\u00e7\u00f5es ou mesmo nessa.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4>Fonte: elaborado a partir de <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#borges-neto-capelo-borges-2007\">Borges Neto e Capelo Borges (2007<\/a>, p. 85).<\/h4>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Assim, os autores mostram que h\u00e1 a necessidade de uma media\u00e7\u00e3o adequada para que as atividades did\u00e1tico-pedag\u00f3gicas propiciem estimula\u00e7\u00f5es que, na medida que o aluno procura obter uma resposta, refletindo e decidindo qual a mais adequada para aquela determinada situa\u00e7\u00e3o, esteja desenvolvendo seu racioc\u00ednio l\u00f3gico, pensando, elaborando, interpretando, construindo e resolvendo, o que ocorre, especialmente, nos planos do <em>Ensaio e Erro<\/em> e da <em>Dedu\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Na discuss\u00e3o sobre uma modelagem para AVE a partir da Sequ\u00eancia Fedathi, <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">Soares (2017)<\/a> destaca que no momento inicial tem-se o Acordo Did\u00e1tico, a Tomada de Posi\u00e7\u00e3o junto a problematiza\u00e7\u00e3o e ao Plateau. \u00c9 importante, tamb\u00e9m, explorar o potencial comunicativo imbricado no ambiente utilizado, disponibilizar um Cronograma e trabalhar, de maneira organizada, a inser\u00e7\u00e3o de variadas m\u00eddias.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#costa-2013\">Costa (2013)<\/a> ressalta que \u00e9 importante apresentar a din\u00e2mica do curso, as ferramentas utilizadas e outras informa\u00e7\u00f5es gerais. \u00c9 necess\u00e1rio, ent\u00e3o, ter uma unidade de ambienta\u00e7\u00e3o para tratar dessas quest\u00f5es. Com rela\u00e7\u00e3o as etapas da Sequ\u00eancia Fedathi no ambiente virtual, a Tomada de Posi\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">\u00c9 uma etapa imprescind\u00edvel para o desenvolvimento de toda a sequ\u00eancia, tendo em vista que neste momento o professor deve esclarecer aos alunos todos os aspectos que nortear\u00e3o seu percurso no AVE, al\u00e9m de instig\u00e1-los ao debru\u00e7amento sobre uma situa\u00e7\u00e3o desafiante, problematizadora (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">SOARES, 2017<\/a>, p. 122).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Desse modo, o texto da unidade \u00e9 a Tomada de Posi\u00e7\u00e3o. Apresenta-se uma situa\u00e7\u00e3o, uma quest\u00e3o de partida, a ser desenvolvida, ou seja, a pergunta geradora da discuss\u00e3o. Para esse desafio proposto na Tomada de Posi\u00e7\u00e3o tem-se, na Matura\u00e7\u00e3o, as estrat\u00e9gias para promover esse desenvolvimento. As ferramentas e leituras sugeridas, que devem estar dispostas em cada unidade, auxiliar\u00e3o nesse processo.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">De acordo com <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">Soares (2017)<\/a>, a Matura\u00e7\u00e3o nos processos educativos voltados para a EaD \u00e9 importante para o desenvolvimento da autonomia, bem como para os processos de colabora\u00e7\u00e3o. Por isso, a import\u00e2ncia da utiliza\u00e7\u00e3o de diferentes ferramentas para os m\u00faltiplos caminhos e aprendizagens que ser\u00e3o desenvolvidos pelos alunos. Para a Solu\u00e7\u00e3o, a autora sugere, considerando interfaces potencializadoras, o F\u00f3rum de discuss\u00e3o, o Bate-papo e a <em>Wiki,<\/em> para desencadear di\u00e1logos e debates, bem como a escrita colaborativa, promovendo a reafirma\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o de conceitos e, assim, construir o conhecimento.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">\u00c9 oportuno destacar que pode ser realizado, alternativamente, um Webin\u00e1rio. Nesse caso, \u00e9 importante destacar o ambiente TeleMeios, pois, j\u00e1 utilizado em sess\u00f5es did\u00e1ticas para o ensino de matem\u00e1tica, este<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">\u00c9 um ambiente telem\u00e1tico arquitetado com a utiliza\u00e7\u00e3o de rotinas de softwares livres, dotado de uma interface que permite a comunica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de texto, som, imagem e e-mail, incorporando, desse modo, todos os recursos empregados, atualmente, na educa\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia e vai al\u00e9m ao possibilitar o compartilhamento total de aplicativos (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#juca-2011\">JUC\u00c1, 2011<\/a>, p. 7).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">No caso da etapa Prova nos AVE, o professor pode recorrer tamb\u00e9m, ao F\u00f3rum, Bate-papo, <em>Wiki,<\/em> Webin\u00e1rio, com a inten\u00e7\u00e3o \u201cde que os alunos revisitem seus percursos e observem as mudan\u00e7as e perman\u00eancias nos conceitos evidenciados em seus conhecimentos pr\u00e9vios e Plateau\u201d (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">SOARES, 2017, p. 132<\/a>). Com isso, a autora ressalta que essas compreens\u00f5es formuladas ao longo da sequ\u00eancia tamb\u00e9m podem ser organizadas de maneira que se tenha um produto das reflex\u00f5es alcan\u00e7adas. Podem ser incentivados, tamb\u00e9m, a elabora\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos, anima\u00e7\u00f5es, textos, utilizando os recursos dispon\u00edveis no ambiente ou inseridas em outras redes, na forma de s\u00edntese das discuss\u00f5es realizadas para a sistematiza\u00e7\u00e3o dos conceitos.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Pode ser, ademais, um trabalho final, que pode ser escrito, utilizando a ferramenta Tarefa, ou um Webin\u00e1rio, por exemplo, convidando um aluno para apresentar a solu\u00e7\u00e3o que ele encontrou e o professor medeia at\u00e9 a sistematiza\u00e7\u00e3o. Nesse sentido,<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A pr\u00e1tica de EaD do Laborat\u00f3rio MM possui: uma abordagem pedag\u00f3gica estruturada entre o cognitivismo e o interacionismo, a depender das inten\u00e7\u00f5es formativas atribu\u00eddas \u00e0s interfaces; uma proposta did\u00e1tica amparada teoricamente nos pressupostos da Sequ\u00eancia Fedathi [&#8230;]; a sistematiza\u00e7\u00e3o do ensino na qual est\u00e3o evidenciadas a compreens\u00e3o sobre o processso de ensinar, a organiza\u00e7\u00e3o do conte\u00fados com vistas a favorecer o sentimento de perten\u00e7a entre o aprendiz e o AVE, al\u00e9m da organiza\u00e7\u00e3o do trabalho por meio de Sequ\u00eancias Did\u00e1ticas; a media\u00e7\u00e3o interativa, que favorece a colabora\u00e7\u00e3o entre os interagentes, bem como a autoria no AVE (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#soares-2017\">SOARES, 2017<\/a>, p. 135).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Portanto, a partir da modelagem trazida no trabalho dessa autora, a metodologia de ensino Sequ\u00eancia Fedathi permite estruturar o AVE, planejar e aplicar estrat\u00e9gias coerentes com a inten\u00e7\u00e3o formativa do professor, ao mesmo tempo em que tra\u00e7a reflex\u00f5es e desenvolve pr\u00e1ticas alternativas em EaD. Em vista do exposto, as estrat\u00e9gias de aplica\u00e7\u00e3o especificadas anteriormente, podem ser ressignificadas, reformuladas para outras proposi\u00e7\u00f5es e inten\u00e7\u00f5es, pois \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o, especialmente, dos princ\u00edpios, bem como das quatro etapas que permitem atingir um objetivo almejado.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">No caso do ensino de matem\u00e1tica, os exerc\u00edcios s\u00e3o necess\u00e1rios, pois \u201cse refere ao conhecimento matem\u00e1tico subjacente aos procedimentos algor\u00edtmicos e t\u00e9cnicas de resolu\u00e7\u00e3o, que precisam ser exercitados ap\u00f3s compreens\u00e3o da ess\u00eancia do conte\u00fado trabalhado\u201d (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#fontenele-2018\">FONTENELE, 2018<\/a>, p. 84). A partir disso, podemos inferir que, ao se escolher um determinado conte\u00fado para a constru\u00e7\u00e3o conceitual em sala de aula, devemos definir sua ess\u00eancia, n\u00e3o insistindo em detalhes irrelevantes, que dever\u00e3o ser colocados como exerc\u00edcios. Al\u00e9m disso, o objetivo dos exerc\u00edcios \u00e9 desenvolver habilidades, de ser \u00fatil para emprego posterior e fornecer pr\u00e1tica, pois \u00e9 preciso colocar a m\u00e3o na massa.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">No entanto, as quest\u00f5es propostas n\u00e3o podem ser meros exerc\u00edcios de fixa\u00e7\u00e3o. Devem ser disponibilizadas sem excesso, pois mais vale ficar tentando solucionar um problema genu\u00edno, embora leve mais tempo, do que resolver muitos exerc\u00edcios mecanicamente. Devem ser situa\u00e7\u00f5es novas e desafiadoras, levando em considera\u00e7\u00e3o o conhecimento que o aluno j\u00e1 adquiriu para n\u00e3o provocar perda de autoconfian\u00e7a.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao uso das ferramentas, o F\u00f3rum \u00e9 uma ferramenta ass\u00edncrona onde h\u00e1 um questionamento inicial, uma quest\u00e3o de partida, em que os alunos, como em qualquer ferramenta, ir\u00e3o responder, podendo utilizar diferentes linguagens, interagindo com o coment\u00e1rio dos demais e promovendo, assim, a discuss\u00e3o, que ser\u00e1 mediada pelo professor (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#costa-2013\">COSTA, 2013<\/a>). Com rela\u00e7\u00e3o a ferramenta Bate-papo, <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#leal-2012\">Leal (2012<\/a>, p. 83) traz essa discuss\u00e3o, a partir das contribui\u00e7\u00f5es da Sequ\u00eancia Fedathi e afirma que \u201ca ferramenta <em>chat<\/em> oferece para professores e alunos um momento de colabora\u00e7\u00e3o e conquista do conhecimento; e que a possibilidade s\u00edncrona deste recurso favorece positivamente a \u2018tempestade\u2019 de ideias que surge no grupo durante a discuss\u00e3o\u201d. A seguir, apresentamos no Quadro 5 orienta\u00e7\u00f5es gerais para a media\u00e7\u00e3o em um Bate-papo educativo.<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Quadro 5 \u2013 Orienta\u00e7\u00f5es para mediar discuss\u00f5es nos Bate-papos educativos<\/h3>\n<table style=\"border-collapse: collapse; width: 100%;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 20.2985%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Tomada de Posi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 79.7015%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cExibe-se um problema que pode ser na modalidade de questionamento, um tema ou um grupo de quest\u00f5es para os alunos da sala de bate-papo.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 20.2985%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Matura\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 79.7015%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cOs alunos devem buscar compreender a quest\u00e3o apresentada buscando identificar os poss\u00edveis caminhos que possam lev\u00e1-lo a uma reflex\u00e3o sobre o assunto. Feitas suas interpreta\u00e7\u00f5es, dever\u00e3o expor suas impress\u00f5es atrav\u00e9s de alguma m\u00eddia (texto, imagens, emoticon, link v\u00eddeo etc), posicionando-se e maturando os novos questionamentos surgidos durante a discuss\u00e3o.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 20.2985%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Solu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 79.7015%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cCom suporte nas opini\u00f5es expostas pelo grupo, cada aluno dever\u00e1 organizar suas ideias sobre o que pensavam no inicio do questionamento exposto e depois da discuss\u00e3o realizada, (re)formulando suas hip\u00f3teses.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 20.2985%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3><strong>Prova<\/strong><\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 79.7015%; text-align: center; padding: 1px; vertical-align: middle;\">\n<h3>\u201cAp\u00f3s as discuss\u00f5es realizadas a respeito das quest\u00f5es levantadas pelos alunos, o formador dever\u00e1 apresentar uma informa\u00e7\u00e3o que fa\u00e7a o \u2018fechamento\u2019 da discuss\u00e3o. \u00c9 nessa etapa que o novo saber dever\u00e1 ser compreendido, assimilado e sistematizado pelo aluno.\u201d<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4>Fonte: elaborado a partir de <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#leal-2012\">Leal (2012<\/a>, p. 47-48).<\/h4>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Conforme a autora, apresentar uma situa\u00e7\u00e3o-problema \u00e9 o ponto de partida para a matura\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es, sendo assim, uma quest\u00e3o deve ser expressa para iniciar a discuss\u00e3o. No momento da Matura\u00e7\u00e3o os alunos exp\u00f5em opini\u00f5es, concordam e discordam com os demais colegas e a participa\u00e7\u00e3o do professor \u00e9 m\u00ednima. Ele deixa os alunos a vontade, apenas fornece subs\u00eddios que contribuam para o amadurecimento das ideias, para sua aprendizagem e n\u00e3o permite que se perca o foco da discuss\u00e3o. Na Solu\u00e7\u00e3o, os alunos refor\u00e7am suas ideias, respaldando seus argumentos:<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Com base em v\u00e1rias opini\u00f5es publicadas e no desencadear da discuss\u00e3o, os alunos conseguem maturar suas ideias, reformul\u00e1-las e at\u00e9 mesmo refor\u00e7ar aquilo no que acreditam. O texto previamente lido pelos participantes do bate-papo tem como fun\u00e7\u00e3o referenciar a discuss\u00e3o e orientar os alunos a organizar os pensamentos (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#leal-2012\">LEAL, 2012<\/a>, p. 51).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">J\u00e1 na etapa Prova, a autora destaca que com amparo nos pensamentos suscitados, os alunos chegam a novas conclus\u00f5es e sistematizam seu conhecimento. \u00c9 importante que haja a inser\u00e7\u00e3o de m\u00eddias durante o Bate-papo, incorporando mais de uma linguagem e saindo do formato convencional, e que ele n\u00e3o seja feito no formato de question\u00e1rio. Isso potencializa o uso do Bate-papo na Educa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o fechamento das discuss\u00f5es \u00e9 indispens\u00e1vel para que os alunos possam visualizar as contribui\u00e7\u00f5es da aula. Assim, o professor assume o papel de mediador durante toda a discuss\u00e3o e realiza interven\u00e7\u00f5es, tanto t\u00e9cnicas como pedag\u00f3gicas, apenas quando solicitado ou quando percebe que h\u00e1 necessidade.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Ainda, a autora enfatiza que os alunos demoram entender o funcionamento de um Bate-papo educativo, da din\u00e2mica de que todos falam ao mesmo tempo e, ainda, que pouco se percebe a presen\u00e7a do professor, apesar de sua media\u00e7\u00e3o ser indispens\u00e1vel, especialmente quando os alunos fogem do assunto central. Assim, a autora alerta para a dificuldade de leitura dos coment\u00e1rios e sugere que esta deve ser din\u00e2mica. Entretanto, ela \u00e9 desenvolvida ao passo que se tem familiaridade com esse recurso. Al\u00e9m disso, para o bom andamento da discuss\u00e3o, outro aspecto fundamental \u00e9 a conex\u00e3o com a internet.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Tais pontos levantados n\u00e3o devem ser modificados, melhorados ou retirados dos debates, sugere a autora, mas precisam ser esclarecidos para os alunos. Por isso, o professor deve orientar sobre alguns cuidados que devem ser tomados nas aulas via Bate-papo. Ainda de acordo com autora, muitos temas s\u00e3o desencadeados durante as discuss\u00f5es em um Bate-papo. Quanto a isso, \u00e9 oportuno destacar que os alunos entrar\u00e3o com muitas d\u00favidas pertinentes ao assunto, algumas ser\u00e3o sanadas e muitas outras surgir\u00e3o.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">No que diz respeito ao processo de avalia\u00e7\u00e3o na EaD baseada na Sequ\u00eancia Fedathi, <a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#costa-2013\">Costa (2013)<\/a> assegura que este \u00e9 cont\u00ednuo e formativo, n\u00e3o visa apenas uma nota, mas um aprendizado significativo constru\u00eddo pelo aluno, atrav\u00e9s da media\u00e7\u00e3o do professor. Por isso, o docente precisa acompanhar os alunos individual e diariamente no ambiente, acessando-o no m\u00ednimo uma vez por dia, para dar um retorno r\u00e1pido, pois n\u00e3o h\u00e1 hor\u00e1rio espec\u00edfico para os alunos realizarem e postarem suas atividades, excetuando-se as atividades s\u00edncronas. No entanto, pode-se trabalhar com prazos.<\/h3>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Esses prazos se apresentam como uma forma de organiza\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o linear das atividades. Todavia, o aluno inicia por onde quiser e achar melhor, visto que as atividades t\u00eam datas fixas apenas para acabar. Desde o primeiro dia de curso as atividades j\u00e1 ficam todas dispon\u00edveis. Apesar disso, o curso \u00e9 flex\u00edvel para as mudan\u00e7as que forem necess\u00e1rias.<\/h3>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">No tocante a avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada de forma cont\u00ednua, verificamos tudo que os alunos fazem nos AVE, desde quantas vezes acessam os ambientes, o que fazem quando entram, se cumprem os prazos, se interagem com os outros alunos, se os textos elaborados s\u00e3o de qualidade, se s\u00e3o cr\u00edticos em seus coment\u00e1rios&#8230; Tudo isso \u00e9 visto e avaliado durante o per\u00edodo da disciplina (<a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-referencias\/#costa-2013\">COSTA, 2013<\/a>, p. 14-15).<\/h3>\n<\/blockquote>\n<h3 style=\"text-indent: 4em; text-align: justify;\">Assim, destaca a autora, essa forma de avalia\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 atrelada ao ensino presencial, como encontramos em cursos EaD. A EaD do MultiMeios trabalha com um processo de avalia\u00e7\u00e3o formativo e processual, que perpassa cada atividade ao longo do curso e n\u00e3o apenas em momentos singulares, pois um teste n\u00e3o prova que o aluno compreendeu. A avalia\u00e7\u00e3o busca identificar se houve uma experi\u00eancia significativa, que leve \u00e0 compreens\u00e3o do assunto, ao desenvolvimento da autonomia e ao protagonismo dos estudantes.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; border-color: #ffffff;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 33.3333%; border-color: #ffffff; padding: 0px;\">\n<h3><a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-2-1-a-metodologia-de-ensino-sequencia-fedathi\/\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4539\" src=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-esquerda-300x300.png\" alt=\"\" width=\"30\" height=\"30\" srcset=\"https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-esquerda-300x300.png 300w, https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-esquerda-150x150.png 150w, https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-esquerda.png 512w\" sizes=\"(max-width: 30px) 100vw, 30px\" \/><\/a><br \/>2.1 A metodologia de ensino Sequ\u00eancia Fedathi<\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 33.3333%; border-color: #ffffff; padding: 0px; text-align: center; vertical-align: top;\">\n<h3><a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao\/\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4540\" src=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/Home_icon_green-1-300x300.png\" alt=\"\" width=\"30\" height=\"30\" srcset=\"https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/Home_icon_green-1-300x300.png 300w, https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/Home_icon_green-1-150x150.png 150w, https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/Home_icon_green-1.png 512w\" sizes=\"(max-width: 30px) 100vw, 30px\" \/><\/a><br \/>In\u00edcio<\/h3>\n<\/td>\n<td style=\"width: 33.3333%; border-color: #ffffff; padding: 0px; text-align: right; vertical-align: top;\">\n<h3><a href=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-2-3-grandezas-e-medidas\/\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-4538\" src=\"http:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-direita-300x300.png\" alt=\"\" width=\"30\" height=\"30\" srcset=\"https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-direita-300x300.png 300w, https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-direita-150x150.png 150w, https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/files\/2023\/01\/botao-para-a-direita.png 512w\" sizes=\"(max-width: 30px) 100vw, 30px\" \/><\/a><br \/>2.3 Grandezas e Medidas<\/h3>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Laborat\u00f3rio MultiMeios sempre buscou estar em conex\u00e3o com os debates acerca das compreens\u00f5es sobre a Educa\u00e7\u00e3o potencializada pelas escolhas e condu\u00e7\u00f5es das interfaces, metodologias e pr\u00e1ticas em EaD. \u00c9 deste contexto que surge a proposta de EaD desse laborat\u00f3rio, &hellip; <a href=\"https:\/\/blogs.multimeios.ufc.br\/fernandacarmo\/dissertacao-2-2-a-educacao-a-distancia-do-laboratorio-multimeios\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-525","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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